As Três Grandes Falácias Médicas Ensejadas Pela Epidemia do Vírus Chinês

por paulo eneas
Três grandes falácias passaram a ser adotadas até mesmo por médicos no ambiente de irracionalidade criado pela epidemia do vírus chinês. A primeira falácia foi a recomendação ou obrigação de isolamento e confinamento de pessoas saudáveis. Nunca na história da medicina adotou-se tal procedimento, tendo havido no máximo o isolamento de pessoas já doentes.

A segunda falácia foi a afirmação, nunca comprovada, de que pessoas assintomáticas transmitem tanto quanto as pessoas que apresentam os sintomas de uma dada doença. O que se sabe até hoje é que pessoas assintomáticas, mesmo em caso de doenças altamente transmissíveis como a tuberculose, transmitem a doença muito pouco, isso quando transmitem.

E a terceira falácia: jamais se espera o avanço de uma doença para então tratá-la depois. A regra é sempre fazer o tratamento precocemente. Com o vírus chinês, a estratégia estúpida adotada foi de canalizar todos os esforços e recursos para o tratamento hospitalar, quando a doença já está em estágio avançado, deixando de lado a abordagem precoce. Com a colaboração de Dra. Wilse Segamarchi.


 

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7 COMENTÁRIOS

  1. Discordo! O vírus permanece viável em superfícies por dias, e o contágio se dá também se um indivíduo suscetível põe a mão na superfície contaminada e a leva a boca, olhos ou nariz. A transmissão não se dá só pela tosse!

  2. Abordagem precoce é aumentar a imunidade com vitaminas, exercicios fisicos, boa hidratação, assepsia diária da garganta e hidroxicloroquina e ivermectina como profiláticos. Mas a extrema-imprensa, a esquerda e as “maravilhosas” recomendações da OMS chinesa fizeram a sua parte com o demônio, causando tantas mortes.

  3. Totalmente de acordo. É uma gripe e como tal deve ser tratada. É perigosa? É ! Mas a transmissão principal é pela tosse e assintomático não tosse. SIMPLES ASSIM.

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