Revogação de Portaria do MEC Sobre Cotas Universitárias Foi Obra de Jorge de Oliveira

por paulo eneas
A revogação da portaria assinada pelo ex-ministro Abraham Weintraub que suspendia o incentivo a cotas raciais nas pós graduações teve participação direta de Jorge de Oliveira, um dos três conselheiros jurídicos do Presidente Bolsonaro e um dos responsáveis pelos principais erros políticos e jurídicos que o governo vem cometendo. A revogação foi publicada nesta terça-feira (23/06) no Diário Oficial da União.

A portaria estava perfeitamente em linha com o compromisso do Presidente Bolsonaro, com o qual ele comprometeu-se nas urnas, de colocar um fim às políticas de cotas racialistas da esquerda no meio universitário. O ex-ministro Weintraub assinou a portaria um dia antes de embarcar para os Estados Unidos, quando então foi exonerado do cargo.

Segundo nossas fontes, Jorge de Oliveira, um dos membros do cúpula do governo que operou para a queda de Weintraub, usou de sua ascendência e poder de pressão sobre o ministro interino do MEC, Antonio Paulo Vogel, exigindo a revogação da portaria como forma de desgastar o ministro interino e dar “demonstrações de poder” junto ao próprio Weintraub e seus apoiadores.

Resta saber o que o Presidente Bolsonaro teria a dizer sobre um auxiliar direto da presidência que promove sabotagem contra uma das principais diretrizes do governo.


 

5 COMENTÁRIOS

  1. Olavismo, anti-olavismo, positivismo… tudo a mesma aroba. Bolsonaro deveria se aliar a um país que não trai seus aliados (i.e. qualquer um menos Israel/EUA e outras “democracias liberais”) e dar um pé nesses grupos. É a única forma de cumprir sua promessa, especialmente a principal delas que é expulsar o comunismo do país. Mas parece que ele se afunda no pior que cada uma dessa facções malditas tem a “oferecer”.

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    Revogação de Portaria do MEC Sobre Cotas Universitárias Foi Obra de Jorge de Oliveira
    23/06/2020
    por paulo eneas
    A revogação da portaria assinada pelo ex-ministro Abraham Weintraub que suspendia o incentivo a cotas raciais nas pós graduações teve participação direta de Jorge de Oliveira, um dos três conselheiros jurídicos do Presidente Bolsonaro e um dos responsáveis pelos principais erros políticos e jurídicos que o governo vem cometendo. A revogação foi publicada nesta terça-feira (23/06) no Diário Oficial da União.

    A portaria estava perfeitamente em linha com o compromisso do Presidente Bolsonaro, com o qual ele comprometeu-se nas urnas, de colocar um fim às políticas de cotas racialistas da esquerda no meio universitário. O ex-ministro Weintraub assinou a portaria um dia antes de embarcar para os Estados Unidos, quando então foi exonerado do cargo.

    Segundo nossas fontes, Jorge de Oliveira, um dos membros do cúpula do governo que operou para a queda de Weintraub, usou de sua ascendência e poder de pressão sobre o ministro interino do MEC, Antonio Paulo Vogel, exigindo a revogação da portaria como forma de desgastar o ministro interino e dar “demonstrações de poder” junto ao próprio Weintraub e seus apoiadores.

    Resta saber o que o Presidente Bolsonaro teria a dizer sobre um auxiliar direto da presidência que promove sabotagem contra uma das principais diretrizes do governo.

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    2 COMENTÁRIOS

    Pedro Rocha
    24/06/2020 At 12:28
    A esquerda olavista novamente iniciou um processo de assassinato de reputação contra um integrante do Governo.

    Se os interesses de Olavo na ALEX eram nebulosos, qual o interesse de vocês no MEC? Querem financiar o “Brasil Paralelo”?

    A portaria com o fim do processo de cotas feita por Weintraub foi um erro, uma sabotagem involuntária, pois essas cotas são definidas em Lei e não podem ser simplesmente descumpridas. Se o Major Jorge de Oliveira fez realmente isso, mostra que os militares mais uma vez estão tiveram que consertar mais um erro da ala olavista!

    Eu já tive respeito pelo trabalho do “Crítica Nacional”, mas pelo visto vocês estão indo para a linha radicaloide do olavismo a qual o “Senso Incomum” também flerta a ponto de ficar contra Flávio Bolsonaro, que não é da seita olavista.
    Responder
    vap
    24/06/2020 At 08:23
    A questão é mais orgânica, o estado está todo aparelhado na agenda comuna, e o que não falta é comuna infiltrado, e não é só em universidades, é sistemicamente em todo o funcionalismo público! Afinal, estado inchado significa poder para barnabé parasita funcionário público! Os clássicos: vc sabe com quem está falando?”!
    E é essa escória imunda que atravanca oBrasil desde SEMPRE!

    Basta ler as leis de diretrizes orçamentárias que percebemos o crime latente!
    De TUDO o que o estado ROUBA (apropriação indébita sob a alcunha IMPOSTO, coerção e roubo) “SÓ” 92% vai para sustentar a máquina pública e seus privilégios!
    E isso pelas contas governamentais, se formos nos basear em contas paralelas esssa quantia sobe para a vergonhosamente estratosférica cifra de 98% (noventa e oito por cento) de tudo o que é arrecadado, roubado, do povo!
    Só que a coisa não para por aí, pois os filhotes e beneficiados paralelos também se locupletam desse butim oficioso!
    Daí, chegamos a um numero mais sinistro ainda. São mais de 25 milhões de parasitas de aposentados barnabés a barnabés no clássico faz de conta, e se juntarmos a esse número os filhotes e beneficiários correlatos chegamos a aproximadamente 35% de toda a população ativa do país, ou seja, só é possível desmontar esse esquema parasitário na guerra!
    Esses vermes não irão largar o osso nunca, terão que ser removidos à força ou a nação brasileira continuará sendo drenada pela escumalha inútil parasitária que se entitulam funcionários público!

    No pain, no gain!

    É o povo contra os parasitas oficiais!
    E as FFAA fazem parte de quem, dos parasitas ou do povo trabalhador?

  3. A esquerda olavista novamente iniciou um processo de assassinato de reputação contra um integrante do Governo.

    Se os interesses de Olavo na ALEX eram nebulosos, qual o interesse de vocês no MEC? Querem financiar o “Brasil Paralelo”?

    A portaria com o fim do processo de cotas feita por Weintraub foi um erro, uma sabotagem involuntária, pois essas cotas são definidas em Lei e não podem ser simplesmente descumpridas. Se o Major Jorge de Oliveira fez realmente isso, mostra que os militares mais uma vez estão tiveram que consertar mais um erro da ala olavista!

    Eu já tive respeito pelo trabalho do “Crítica Nacional”, mas pelo visto vocês estão indo para a linha radicaloide do olavismo a qual o “Senso Incomum” também flerta a ponto de ficar contra Flávio Bolsonaro, que não é da seita olavista.

  4. A questão é mais orgânica, o estado está todo aparelhado na agenda comuna, e o que não falta é comuna infiltrado, e não é só em universidades, é sistemicamente em todo o funcionalismo público! Afinal, estado inchado significa poder para barnabé parasita funcionário público! Os clássicos: vc sabe com quem está falando?”!
    E é essa escória imunda que atravanca oBrasil desde SEMPRE!

    Basta ler as leis de diretrizes orçamentárias que percebemos o crime latente!
    De TUDO o que o estado ROUBA (apropriação indébita sob a alcunha IMPOSTO, coerção e roubo) “SÓ” 92% vai para sustentar a máquina pública e seus privilégios!
    E isso pelas contas governamentais, se formos nos basear em contas paralelas esssa quantia sobe para a vergonhosamente estratosférica cifra de 98% (noventa e oito por cento) de tudo o que é arrecadado, roubado, do povo!
    Só que a coisa não para por aí, pois os filhotes e beneficiados paralelos também se locupletam desse butim oficioso!
    Daí, chegamos a um numero mais sinistro ainda. São mais de 25 milhões de parasitas de aposentados barnabés a barnabés no clássico faz de conta, e se juntarmos a esse número os filhotes e beneficiários correlatos chegamos a aproximadamente 35% de toda a população ativa do país, ou seja, só é possível desmontar esse esquema parasitário na guerra!
    Esses vermes não irão largar o osso nunca, terão que ser removidos à força ou a nação brasileira continuará sendo drenada pela escumalha inútil parasitária que se entitulam funcionários público!

    No pain, no gain!

    É o povo contra os parasitas oficiais!
    E as FFAA fazem parte de quem, dos parasitas ou do povo trabalhador?

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