Vacinação Obrigatória: Pseudo-Liberais do Partido Novo Revelam Faceta Esquerdista e Autoritária

por paulo eneas
A proposta autoritária e inconstitucional de obrigatoriedade de vacinação contra o vírus chinês tem servido para revelar a faceta autoritária e esquerdista de integrantes do Partido Novo, agremiação supostamente liberal surgida há poucos anos com a promessa de trazer o “novo” para a política. Em uma publicação nas redes sociais neste domingo (18/10), o fundador do partido, João Amoedo, afirmou:

“Quem decide não tomar vacinas, que evitam doenças contagiosas, não deveria poder frequentar espaços públicos, ruas, hospitais e escolas. E sim, permanecer isolado até que todos os demais sejam vacinados”.

Proposta tão abjeta quanto esta poderia vir da boca de um líder petista ou tucano, ou do chefe de regime autoritário qualquer, uma vez que evidencia a noção de que a liberdade de um indivíduo começa e termina onde o poder do Estado determina onde ela pode e deve terminar.

Para surpresa de ninguém de ninguém, a posição de João Amoedo foi escudada pelo ex-juiz Sergio Moro que, à guisa de obliterar-se de seu apoio explícito a esta noção autoritária, afirmou que a posição do líder do Partido Novo precisaria ser “respeitada”.

Não por coincidência, na semana passada um candidato a vereador deste mesmo partido defendeu que o “tráfico de drogas nem deveria ser crime”. Episódios como este mostram que o Brasil padece há anos de uma outra epidemia: a epidemia da mentalidade esquerdista e autoritária presenta na quase totalidade de sua classe política.


 

2 COMENTÁRIOS

  1. Desde 2016 eu percebi que o NOVO era mais do mesmo, pois ficava se esquivando de perguntas de simpatizantes sobre temas morais.

    Porém, logo depois de ter sido homologado, a página deles no Facebook postou um texto contra a proposta do “Estatuto da Família”, demonstrando de vez que era um partido de esquerda.

    Por sinal, nem vejo o NOVO como um partido liberal, mas socialista Fabiano de Terceira Via. O próprio linguajar e ideias de seus expoentes demonstra que ele não são liberais, pois Amoêdo sempre teve essa conversa mole de “Estado adequado”: típicos de reformistas de esquerda.

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